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16/03/2014

Balanço do FDS 8

Domingo nas limpezas, e a terceira vez em 2 ou 3 meses que vou ao quarto da minha mãe e começo a destralhar e a limpar, assim se passou um dia inteiro. Ninguém merece.
Por vezes sinto que estou a remar contra a mare, mas não posso deixar de remar, se não a casa fica um caos. O sonho de ter tudo arrumadinho e bonito, não passa disso mesmo, um sonho, mas, pelo menos, vivo com um mínimo de limpeza e organização.
O carro naturalmente que ficou para trás, mais uma vez. Não vivemos, dormimos e comemos no carro.
Para mim isto e um drama e tenho que começar a encontrar estratégias para não me afetar tanto. Afinal de contas, e só uma mãe que acumula tralha e não gosta de limpezas.

02/03/2014

Lar: a minha casa

Li alguns posts do blog Slow Your Home, e verdade, o lar não e só a casa . A casa e uma combinação da família, as relações, a casa (moradia, celeiro, tenda, o espaço físico onde se vive), as memorias que se vão criando, os espaços exteriores, a criatividade, a cozinha e a comida que la se prepara, a religião ou espiritualidade.

A casa não e só quatro paredes e um telhado, tem que ter uma combinação de características:
Organizada o suficiente;
Livre de tralhas e simplificada;
Decorada de forma consciente, pensada, sentida e atenta;
Preenchida de boas memórias;
Com muita luz natural e arejada;
Fazer parte de uma comunidade;
Verde, saudável e com consciência ambiental; e
Um local que proporcione tempo e espaço para aproveitar a vida.

Neste momento estou a morar com a minha mãe, na casa dela, não a sinto como minha. Somos muito diferentes e aquilo que eu sinto como a nossa casa não e o mesmo que a minha mãe sente. Ela não da importância a decoração, ao conforto, ao ruido desnecessário e ao silêncio, a comida, a tralhas, a organização, a limpeza. Por outro lado a minha mãe acaba por ter comportamentos mais amigos do ambiente, reciclagem, reaproveitamento de materiais, muito mais do que eu.

E a casa e dela. Só tenho que respeitar.

(Estou a tentar há quase dois anos sentir-me em casa na casa da minha mãe, ainda não desisti.)

12/01/2014

Quando faço grandes limpezas

Ontem decidi limpar as maquinas de lavar loiça e de roupa e o sitio onde estavam. Esfreguei, muito. Azulejos, chão cheio de pó e lixo por baixo das máquinas, limpei os filtros que nunca tinham sido limpos, fiz um ciclo de lavagem com vinagre para higienização do interior e tirar odores e por fim limpei as maquinas  por fora. Ficou a brilhar.
A deusa começou por dizer que tinha feito aquilo há dois meses.
Depois disse que se fizesse a limpeza assim todos os dias, só limpava uma divisão e o resto ficava por fazer, a roupa, lavar estender, as compras, a comida.
Por fim disse que não valia a pena fazer que eu ia atras e limpava tudo outra vez, que eu achava que ela limpava mal.
A deusa deprimiu e foi dormir a tarde toda. Porque se fosse para o sofá ver filmes e fazer sodoku, não ficava bem.
Quando faço grandes limpezas e assim.
 

06/01/2014

Receita para conviver com a deusa

(Para evitar sentimentos de culpa, inadequação, impotência, abandono, medo.)

Os ingredientes para esta receita são: autoconfiança e autoestima.

Modo de agir:
Manter os limites rígidos
Não disponibilizar informação
Não questionar as mentiras
Não justificar demasiado
Não mostrar as necessidades
Não lhe pedir nada
Não acreditar em promessas
Não ter pena

Quando a deusa apelar para os sentimentos, dizer-lhe que precisa de fazer terapia com um bom profissional para levantar a autoestima (também serve telefonar a amiga para desabafar).